Pesquisas eleitorais em Alagoas: entre os erros de muitos e o acerto de quem merece reconhecimento

As eleições de 2026, em Alagoas, deixaram uma lição que precisa ser assimilada por institutos de pesquisas, analistas políticos e profissionais da comunicação: números não podem ser instrumentos de conveniência política. Precisam representar a realidade, mesmo quando ela contraria interesses. Foi um verdadeiro festival de pesquisas, divergências, pedidos de impugnação, decisões judiciais e palpites. Nas rádios, televisões, redes sociais e nos tradicionais senadinhos, sobraram especialistas em antecipar resultados. Faltou, em muitos casos, a prudência necessária para compreender o comportamento do eleitor. Em meio a esse cenário, um instituto regional, que também enfrentou uma espécie de bullying eleitoral, merece reconhecimento: a TDL Pesquisas, comandada por Tadeu Lira. Na sexta-feira anterior à eleição, entrei em contato com Tadeu para conhecer sua avaliação sobre a disputa pelo Governo de Alagoas. Sua resposta foi categórica: “Impossível a virada de Renan Filho. Na quarta nossos números internos mostraram 7% de JHC à frente, como há uma clara movimentação da estrutura do Estado em ação, é possível que a diferença fique na casa dos 3%, em favor de JHC”. As urnas confirmaram a vi…
Fonte: AL1


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